“Como falar de coisas que não existem”

Este ano no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, parque do Ibirapuera, está rolando a 31ª Bienal, de 6 de setembro á 12 de dezembro, é um ...


Este ano no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, parque do Ibirapuera, está rolando a 31ª Bienal, de 6 de setembro á 12 de dezembro, é um evento de arte contemporânea que reúne obras de diversos artistas, que esse ano buscam retratar os conflitos do mundo de hoje.

O título da 31ª Bienal “Como falar de coisas que não existem” é uma invocação poética do potencial da arte e de sua capacidade de agir e intervir em locais e comunidades onde ela se manifesta.

O objetivo é “analisar diversas maneiras de gerar conflito, por isso muitos dos projetos têm em suas bases relações e confrontos não resolvidos: entre grupos diferentes, entre versões contraditórias da mesma história ou entre ideais incompatíveis”, segundo o material de divulgação.

E claro que nós comparecemos a Bienal para dar uma olhadinha nessa exposição, são 250 obras expostas, e posso falar que é um programa bem bacana para quem gosta de apreciar a arte (mesmo que em alguns momentos você não consiga entendê-la). Algumas obras são bem polêmicas, e retratam de tudo, política, religião, violência, e tantos outros assuntos, que mexem com os nossos sentidos e o nosso pensar.

É tudo bem interativo, como se você fizesse parte de tudo e isso mexe muito com os sentidos, algumas obras te causam estranheza, outras repulsa, algumas confusão e outras te intrigam. É uma experiência bem diferente e que recomendo a vocês.

Por: Yasmim Aguiar 

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